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Você desconfia e precisa saber

Conviver com a dúvida desgasta mais do que a resposta. Suspeita de infidelidade se resolve por dois caminhos, acompanhamento de campo e exame do que ficou registrado nos aparelhos, e a gente trabalha com os dois. A diferença é que entregamos material que sustenta um processo, não só uma confirmação que dói e não serve para nada.

O que está acontecendo?

Prefere explicar do seu jeito? Fale direto no WhatsApp ou envie uma mensagem.

  • Atendimento 24 horasinclusive fim de semana
  • Primeira conversa sem custoavaliamos antes de você decidir
  • Orçamento fechadovocê sabe o valor antes de começar
  • Laudo assinado por peritonão é relatório de detetive
Se o caso envolve um celular, pare de usá-lo agora.

Cada foto tirada, aplicativo instalado ou atualização sobrescreve espaço na memória, e o que é sobrescrito não volta. Restaurar de fábrica costuma encerrar a chance de recuperação. Desligue o aparelho e fale conosco antes de mexer.

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Antes de qualquer coisa, três erros que custam caro

Se você acabou de desconfiar, o que fizer nas próximas horas decide se vai sobrar prova ou não.

  1. Não confronte aindaNo momento em que a outra pessoa souber que você desconfia, ela apaga, troca de aparelho e muda a rotina. Quem confronta cedo costuma ficar sem resposta e sem prova.
  2. Não mexa no aparelho dele ou delaAlém de ser crime acessar dispositivo alheio sem autorização, a prova obtida assim é desentranhada do processo. Você fica sem o resultado e ainda responde.
  3. Preserve o seu próprio celularSurpreende o quanto existe no aparelho de quem procura ajuda: conversa apagada, foto com localização, registro de aplicativo. Cada uso sobrescreve memória, e o que é sobrescrito não volta.
Não sabe por onde começar? Conte o que está acontecendo. A conversa é sigilosa, sem custo, e você recebe uma resposta honesta sobre o que dá e o que não dá para fazer.
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Os dois caminhos de uma investigação conjugal

O primeiro é o campo: acompanhamento em local público, com registro de data, hora e percurso, documentando encontros e rotinas. O segundo é o digital: exame do aparelho de quem contrata, recuperação de conversas apagadas e análise de registros de uso. Na maioria dos casos o segundo caminho responde mais rápido, e custa menos, porque não depende de diárias.

O que a lei permite

É permitido observar em local público, fotografar o que está à vista de qualquer pessoa e examinar dispositivo de quem contrata. Não é permitido instalar programa espião no celular do parceiro, acessar contas alheias, interceptar mensagens em tempo real ou entrar em domicílio. Prova obtida assim é ilícita, é desentranhada e ainda expõe quem contratou a responder criminalmente.

Para que serve o material no processo

Em divórcio litigioso, para demonstrar a causa da separação. Em disputa de guarda, quando a conduta afeta o convívio com os filhos. Em ação de dano moral, quando há exposição pública. E em partilha, quando há dissipação de patrimônio, que costuma aparecer justamente nas conversas e nos registros financeiros.

Quanto tempo leva e quanto custa

Casos de campo costumam exigir de cinco a sete dias de acompanhamento, e a diária no mercado brasileiro fica entre quinhentos e novecentos reais, com valores mais altos nas capitais. Casos resolvidos por perícia digital têm preço fechado por aparelho e prazo de três a dez dias úteis. O orçamento é sempre fechado antes de começar.

Antes de contratar qualquer um

Desconfie de quem promete resultado, de quem oferece clonar o WhatsApp do parceiro e de quem cobra só se descobrir algo. Os três são sinais de que o material não vai servir para nada além de mágoa, e no caso do grampo, de que você está sendo levado a cometer crime.

Perguntas frequentes

Posso periciar o celular do meu marido ou da minha esposa?

Não sem autorização dele ou determinação judicial. O que pode ser examinado é o seu próprio aparelho, onde muitas vezes existe mais registro do que se imagina.

A prova de traição serve no divórcio?

Serve, desde que obtida licitamente. É usada com frequência em divórcio litigioso, guarda e ações de dano moral.

O investigado fica sabendo?

Não. Todo o trabalho é conduzido para que a pessoa investigada não perceba, e nenhum caso é comentado com terceiros.

Quanto custa uma investigação conjugal?

Depende do caminho. Perícia digital tem valor fechado por aparelho. Campo é orçado por diária, conforme o número de dias necessários.

É crime rastrear o celular do marido ou da esposa?

É. Instalar aplicativo de rastreamento ou acessar o celular de outra pessoa sem autorização é invasão de dispositivo, e acompanhar a localização de alguém de forma reiterada pode configurar perseguição. Ser casado não autoriza. Além do risco criminal, o que for obtido assim não serve no processo.

Dá para descobrir traição pelo Google Maps?

Só pela sua própria conta e pelo seu próprio aparelho. O histórico de locais registra onde esteve o celular em que ele está ativo, e entrar no aparelho ou na conta de outra pessoa sem autorização é crime. Se o aparelho e a conta forem seus, as informações podem ser preservadas e examinadas como prova.

Quem executa cada parte do trabalho?

A perícia é feita por nós, em laboratório próprio, e o laudo é assinado pelo perito responsável. Quando o caso exige acompanhamento de rua, ele fica com um investigador credenciado da nossa rede naquela cidade, registrado conforme a Lei nº 13.432/2017. Você sabe desde o começo quem faz o quê.

O trabalho é sigiloso?

Sim. O contato é direto com o responsável técnico, o caso não é comentado com terceiros e o material fica sob guarda controlada. Nenhum cliente é citado no site, nem como depoimento.

A prova serve na Justiça?

Serve quando é obtida dentro da lei e documentada corretamente. É exatamente por isso que o laudo descreve o método usado e a cadeia de custódia do material, do recebimento à devolução.

Fale com quem vai cuidar do caso

A primeira conversa é sigilosa e sem compromisso. Você explica a situação e recebe uma resposta honesta sobre o que dá e o que não dá para fazer.