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Você desconfia e precisa saber
Conviver com a dúvida desgasta mais do que a resposta. Suspeita de infidelidade se resolve por dois caminhos, acompanhamento de campo e exame do que ficou registrado nos aparelhos, e a gente trabalha com os dois. A diferença é que entregamos material que sustenta um processo, não só uma confirmação que dói e não serve para nada.
O que está acontecendo?
Suspeita no relacionamento
O que você tem hoje?
Perícia em celular ou computador
De quem é o aparelho?
Alguém ou algo sumiu
O que você precisa localizar?
Problema dentro da empresa
O que você precisa apurar?
Sou advogado
Em que fase está o caso?
Prefere explicar do seu jeito? Fale direto no WhatsApp ou envie uma mensagem.
- Atendimento 24 horasinclusive fim de semana
- Primeira conversa sem custoavaliamos antes de você decidir
- Orçamento fechadovocê sabe o valor antes de começar
- Laudo assinado por peritonão é relatório de detetive
Cada foto tirada, aplicativo instalado ou atualização sobrescreve espaço na memória, e o que é sobrescrito não volta. Restaurar de fábrica costuma encerrar a chance de recuperação. Desligue o aparelho e fale conosco antes de mexer.
Antes de qualquer coisa, três erros que custam caro
Se você acabou de desconfiar, o que fizer nas próximas horas decide se vai sobrar prova ou não.
- Não confronte aindaNo momento em que a outra pessoa souber que você desconfia, ela apaga, troca de aparelho e muda a rotina. Quem confronta cedo costuma ficar sem resposta e sem prova.
- Não mexa no aparelho dele ou delaAlém de ser crime acessar dispositivo alheio sem autorização, a prova obtida assim é desentranhada do processo. Você fica sem o resultado e ainda responde.
- Preserve o seu próprio celularSurpreende o quanto existe no aparelho de quem procura ajuda: conversa apagada, foto com localização, registro de aplicativo. Cada uso sobrescreve memória, e o que é sobrescrito não volta.
Os dois caminhos de uma investigação conjugal
O primeiro é o campo: acompanhamento em local público, com registro de data, hora e percurso, documentando encontros e rotinas. O segundo é o digital: exame do aparelho de quem contrata, recuperação de conversas apagadas e análise de registros de uso. Na maioria dos casos o segundo caminho responde mais rápido, e custa menos, porque não depende de diárias.
O que a lei permite
É permitido observar em local público, fotografar o que está à vista de qualquer pessoa e examinar dispositivo de quem contrata. Não é permitido instalar programa espião no celular do parceiro, acessar contas alheias, interceptar mensagens em tempo real ou entrar em domicílio. Prova obtida assim é ilícita, é desentranhada e ainda expõe quem contratou a responder criminalmente.
Para que serve o material no processo
Em divórcio litigioso, para demonstrar a causa da separação. Em disputa de guarda, quando a conduta afeta o convívio com os filhos. Em ação de dano moral, quando há exposição pública. E em partilha, quando há dissipação de patrimônio, que costuma aparecer justamente nas conversas e nos registros financeiros.
Quanto tempo leva e quanto custa
Casos de campo costumam exigir de cinco a sete dias de acompanhamento, e a diária no mercado brasileiro fica entre quinhentos e novecentos reais, com valores mais altos nas capitais. Casos resolvidos por perícia digital têm preço fechado por aparelho e prazo de três a dez dias úteis. O orçamento é sempre fechado antes de começar.
Antes de contratar qualquer um
Desconfie de quem promete resultado, de quem oferece clonar o WhatsApp do parceiro e de quem cobra só se descobrir algo. Os três são sinais de que o material não vai servir para nada além de mágoa, e no caso do grampo, de que você está sendo levado a cometer crime.
Também atendemos
Outros serviços da mesma estrutura técnica.
Perícia em celular
Extração e análise pericial de aparelho Android e iPhone, com laudo.
Ver detalhes LaboratórioRecuperação de conversas apagadas
Mensagens e arquivos removidos de WhatsApp e outros aplicativos.
Ver detalhes LaboratórioProva digital para processo
Print, áudio e vídeo autenticados, com verificação de adulteração.
Ver detalhesArtigos sobre investigação conjugal
Escritos por quem faz o exame, não por redator.
Como descobrir uma traição sem cometer crime
Existe um caminho legal e ele funciona melhor que o ilegal: o seu próprio aparelho, o que está à vista em local público e o que a outra parte publica. O que não pode é mexer no celular alheio — e não é só por causa da lei.
Ler artigoQuando o casamento quebra: o que os dados do IBGE mostram por cidade
O Brasil registrou 428.301 divórcios em 2024. Levantamos o número de cada cidade e descobrimos que a fase de risco muda muito de um estado para outro — em Mato Grosso do Sul, 37% dos casamentos terminam antes do sexto ano.
Ler artigoPerguntas frequentes
Posso periciar o celular do meu marido ou da minha esposa?
Não sem autorização dele ou determinação judicial. O que pode ser examinado é o seu próprio aparelho, onde muitas vezes existe mais registro do que se imagina.
A prova de traição serve no divórcio?
Serve, desde que obtida licitamente. É usada com frequência em divórcio litigioso, guarda e ações de dano moral.
O investigado fica sabendo?
Não. Todo o trabalho é conduzido para que a pessoa investigada não perceba, e nenhum caso é comentado com terceiros.
Quanto custa uma investigação conjugal?
Depende do caminho. Perícia digital tem valor fechado por aparelho. Campo é orçado por diária, conforme o número de dias necessários.
É crime rastrear o celular do marido ou da esposa?
É. Instalar aplicativo de rastreamento ou acessar o celular de outra pessoa sem autorização é invasão de dispositivo, e acompanhar a localização de alguém de forma reiterada pode configurar perseguição. Ser casado não autoriza. Além do risco criminal, o que for obtido assim não serve no processo.
Dá para descobrir traição pelo Google Maps?
Só pela sua própria conta e pelo seu próprio aparelho. O histórico de locais registra onde esteve o celular em que ele está ativo, e entrar no aparelho ou na conta de outra pessoa sem autorização é crime. Se o aparelho e a conta forem seus, as informações podem ser preservadas e examinadas como prova.
Quem executa cada parte do trabalho?
A perícia é feita por nós, em laboratório próprio, e o laudo é assinado pelo perito responsável. Quando o caso exige acompanhamento de rua, ele fica com um investigador credenciado da nossa rede naquela cidade, registrado conforme a Lei nº 13.432/2017. Você sabe desde o começo quem faz o quê.
O trabalho é sigiloso?
Sim. O contato é direto com o responsável técnico, o caso não é comentado com terceiros e o material fica sob guarda controlada. Nenhum cliente é citado no site, nem como depoimento.
A prova serve na Justiça?
Serve quando é obtida dentro da lei e documentada corretamente. É exatamente por isso que o laudo descreve o método usado e a cadeia de custódia do material, do recebimento à devolução.